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mask of magnaminty | LUSH

28 setembro, 2015

Quando postei o vídeo com meus 5 produtos favoritos da LUSH, a linda da Paula me recomendou essa máscara. Comprei ela no mês passado e hoje venho contar pra vocês o que achei.

De acordo com o site:
Uma máscara versátil com uma mistura de ingredientes delicados, porém eficazes na limpeza, suavidade e renovação da pele. De fácil aplicação, esta máscara é feita com óleo de hortelã para estimular, óleo de calêndula e clorofilina que cuidam da pele; e as sementes de prímula e os feijões azuki esfoliam delicadamente a pele ao remover a máscara.  Mask of Magnaminty pode ser usada no corpo todo. 


Apesar de ser uma máscara para o rosto e corpo, eu só usei no rosto por enquanto. Não foi meu produto favorito da marca, acho que não deu muito certo na minha pele... li em algum lugar que era boa para peles oleosas, e talvez seja por isso que não foi das melhores pra mim, já que minha pele é super seca. Mas também não sei se essa informação procede, pelo menos no site da marca não tem nada sobre isso.
Achei um pouco difícil de aplicar ela no rosto, é meio impossível fazer uma aplicação uniforme se você num tiver muita paciência haha. Depois de passar no rosto, você deixa ela secando e endurecendo, o que leva uns 10 minutos pra acontecer. Ao retirar ela com água fazendo movimento circulares, rola uma esfoliação leve.
Um crédito que eu tenho que dar pra essa máscara: a sensação de frescor que dá depois de tirar. Adorei usar nos dias de calor porque o rosto ficou bem refrescado <3 Quanto a espinhas e ao estado da pele depois de retirar eu não vi nenhuma vantagem. Não deixou mais macia nem nada, como acontece com meu queridinho Ocean Salt.

Foi R$40,00 o pote de 125g. Também tem a versão maior, de 315g, que custa R$69,90. Não é uma máscara fresca, então não tem necessidade de manter na geladeira, como as outras. Quando ela acabar, pretendo comprar uma das frescas mesmo.

Já usaram esse produto ou tem curiosidade? :)

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15 batons roxos nacionais | make

17 setembro, 2015

Roxo é minha cor favorita, e fiquei super feliz quando as marcas de cosméticos começaram a lançar batons dessa cor. Já resenhei aqui o L.U.V, da Kat von D... mas como vi alguém reclamando que tava difícil achar batom roxo eu fiquei bem confusa, já que a maioria dos meus é nacional mesmo e as marcas tem investido muito nessa cor. Por isso resolvi listar alguns nacionais pra quem procura apostar mas num sabe onde achar... escolhi 15 mas tem muito mais, tanto das marcas citadas quanto de outras menos conhecidas, ou que nunca testei.

1. TRENDY TWINS, T.BLOGS.  | 2. DUDA FERNANDES, T.BLOGS. | 3. NOVA IORQUE, NIINA SECRETS PARA T.BLOGS. | 4. FRU-FRU, DAILUS. | 5. VAMP, DAILUS. | 6. ROXO EUFORIA, EUDORA. | 7. LILÁS MOTION, EUDORA. | 8. ROXUVA, QDB. | 9. UVALI, QDB. | 10. MISTERIOSA, KOLOSS. | 11. BATOM LÍQUIDO 04, VULT. | 12. BATOM STICK 12, VULT | 13. BATOM LÍQUIDO 16, VULT. | 14. BATOM CREMOSO 73, VULT. | 15. BATOM STAR WARS CÓSMICO, VIEW COSMÉTICOS.

Quando comecei o post, eu tava selecionando aqueles roxos mais incomuns, mas lembrei de dois que amo que tem tons super usáveis pra quem não gosta tanto de chamar a atenção, que é o caso dos dois da QDB.
Os outros são tons com fundo mais azulado, ou roxos mais escuros, que se destacam bastante. O Vamp, da Dailus, acabou de ser lançado na Beauty Fair e a Carla do Faltou Açúcar já mostrou ele no blog... e eu ainda não sei se ele é roxo ou azul haha Mas tô doida pra trazer pra minha coleção já! Assim como o item 7, da Eudora, que fica super azul nos lábios mas chama Lilás Motion... então se encaixa no post, né? haha
Os itens 12, 13, 14 e 15 também estão fresquinhos e recém-saídos da Beauty Fair! A Vult apostou com gosto, quero tudo <3 E o último já virou assunto entre as fãs de Star Wars, vi lá no Frescurinha: A View Cosméticos lançou alguns produtos diferentes com a temática do filme e tem um roxinho no meio!
Na foto do post eu tô usando o Fru-Fru. Sou apaixonada por esse tom! A Natasha do Cerejas no Topo resenhou ele há pouco tempo.

Espero que essa lista ajude quem está procurando batons dessa cor. Vocês gostam? Qual seu favorito? :D
Eu tenho uns 8 batons roxos, pouco viciada HAHA Em breve pretendo mostrar minha ~coleção~ pra vocês!
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parque tanguá | curitiba

13 setembro, 2015

Em um lindo dia lá em Curitiba eu dei um rolê sozinha nesse parque bonito que é o post de hoje. Lá em Curitiba tem uma linha de ônibus pra você conhecer os pontos turísticos da cidade... são 5 ingressos, que permitem que você desça em 4 pontos pra conhecer. Bom, a Raine me doou dois desses ingressos, então eu só podia descer em um lugar e ela me sugeriu esse parque.


Confesso que essa primeira foto, da Araucária, eu tirei no caminho pro parque, mas gostei e achei que valia colocar, né? haha Como é símbolo do Paraná, é quase um ponto turístico também.






Dei sorte de chegar no parque quando o sol tava começando a se pôr e consegui essa luz maravilhosa pras fotos <3 Tirei as primeiras fotos e confesso que fiquei "... tá, é só isso?" hahah Depois que entendi que o parque continuava láa pra baixo e fui descendo (morrendo de medo de tudo porque eu tava sozinha HAHA)








Cheguei lá em baixo e vi que tinha muuuuuuito ainda do parque pra explorar. Como já tava ficando tarde, tirei várias fotos e mesmo assim não consegui ver o parque todo, tava com medo de ficar escuro e me perder ): Mas o que eu vi, fez valer a pena mesmo. O legal é que dá pra passar por dentro daquela pedra das fotos acima... alguém me falou que de vez em quando fica caindo água ali, mas no dia não tava.





Esse parque é lindão e eu queria ter tido mais tempo de explorar (além de ter saído tarde "de casa", o meu ponto inicial foi na praça Tiradentes, então o parque foi um dos últimos pontos que o ônibus parou, por isso demorou demais pra chegar lá). Queria também não ter quase morrido, então deixo aqui meus agradecimentos ao moço que me acompanhou no parque por não ter me assassinado. Valeu ae. haha
Também queria fazer um picnic por lá, magina que lindo? Me levem pra Curitiba de novo.

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Perdido em Marte, Andy Weir | livro

08 setembro, 2015
Antes de viajar pra Curitiba, eu resolvi comprar um livro pra me acompanhar, já que o outro que tô lendo completamente arrastada (A Rainha do Castelo de Ar, que se tornou tão difícil quanto o primeiro da trilogia pra mim) é muito grande pra carregar por aí. Acompanhando o Goodreads da Duds, vi que ela curtiu muito esse livro (tem resenha lá no blog dela... mas faz favor de ler só depois de ler a minha, já que tô com vergonha porque a minha é a primeira e a dela tá muito boa mesmo) e resolvi comprar ele.


Como essa é minha primeira resenha no blog, vou fazer o possível pra num largar spoilers. Mas assistindo ao trailer do filme que vai sair, eu notei e concordei que não é muito possível falar do livro sem spoiler ALGUM, então deve rolar, fica o aviso.

Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em Marte. E, provavelmente, será a primeira a morrer no planeta vermelho. Depois de uma forte tempestade de areia, a missão Ares 3 é abortada e a tripulação vai embora, certa de que Mark morreu em um terrível acidente. Ao despertar, ele se vê completamente sozinho, ferido e sem ter como avisar às pessoas na Terra que está vivo.

As 50 primeiras páginas foram um sufoco pra mim. Sério, foi muito difícil superar porque o livro é extremamente técnico e eu sou extremamente de humanas. O cara tá perdido em Marte e precisa fazer de tudo pra sobreviver, o que envolve muita química. Essas páginas foram muito difíceis pra mim porque eu não conseguia entender o que ele tava falando e tinha que reler. Não que o livro seja difícil, mas talvez eu seja um pouco desatenta demais. Quando, mais tarde, ele algumas vezes pra esses mesmos assuntos, eu já tava vacinada e fluiu com mais facilidade.

Talvez outra coisa que tenha ajudado foi ler um outro ponto de vista. A maior parte do livro está em primeira pessoa, sendo o diário de bordo de Watney, mas chega um momento que somos apresentados pra NASA e todas as pessoas por trás da missão, o que me deu um certo alívio, de começar a acompanhar ambos os lados, e não só o de Watney.

A premissa do livro é completamente agoniante e, apesar da gente roer as unhas de ansiedade em diversos momentos, o livro não é pesado. Claro que o pensamento de uma pessoa estar esquecida sozinha em um planeta é pesado, mas Watney é uma personagem de tão bom humor que deixa o livro completamente leve. Se ele não fosse tão cheio de piadas nessa situação de sofrimento, talvez nenhum leitor chegasse tão longe. E, inclusive, de todas as outras personagens da tripulação, que conhecemos mais pra frente, ele com certeza é a que chegaria mais longe no planeta vermelho: sendo botânico, ele conseguiu prolongar a comida e armou um esquema pra plantar batatas em Marte. Sim. Nessa altura, qualquer um dos outros não teria pensado nisso e morreria de fome logos nos primeiros sóis.

Apesar do começo difícil, eu gostei bastante do livro e me vi empolgadíssima na leitura muitas vezes. Recomendo pra quem quiser rir e passar um pouco de nervoso também, porque gente, coitado. Acontece tanta coisa ruim com ele que só tendo muita força pra chegar até o fim haha Tô ansiosa pelo filme agora, pra poder ver esses cenários um pouco fora da minha cabeça.


Esse folgato aí é o Nico, desmaiado no meu braço enquanto eu tentava entender as questões de química do livro.

Perdido em Marte
Autor: Andy Weir
Editora: Arqueiro
Ano: 2014
Páginas: 335

Ah, devo acrescentar que achei a capa desse livro maravilhosa. Fiquei feliz de ter comprado ela antes que todas as edições sejam substituídas pela cara do Matt Damon num capacete.

Quem aí já leu ou tem vontade? Ou prefere esperar o filme sair? hahah
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the kettle: chá com simpatia | curitiba

04 setembro, 2015

Um dos lugares de Curitiba que eu mais tinha vontade de conhecer era a casa de chás The Kettle, por causa de um post que a Mel fez quando foi lá. Cês já sabem que eu sou a louca do chá, assim como ela, então não podia perder a oportunidade de ir nesse lugar lindo.




Lá é um lugar muuuito aconchegante, você se sente na sala de casa ahaha Ainda mais tomando um cházinho quente, comendo um pedaço de bolo e conversando com os amigos (um beijo Raine e Alex e obrigada por me acompanharem <3). Tava meio quente em Curitiba quando cheguei, então dei sorte de estar friozinho no último dia e aproveitar melhor ainda essa casa de chás delícia.
A decoração de lá é puro amor. Além do lustre maravilhoso que cês vão ver na foto abaixo, cheio de xícaras e pires (!!), também tem esculturas de coelhinhos enfeitando as estantes. Muito amor. Também tem canecas, xícaras, bules, infusores e claro, chás, a venda. Eu não comprei nenhum chá porque só vi depois de pagar HAHA mas comprei uma caneca linda que eu tava doida atrás :P


(Escrevendo esse post e pegando o link do post da Mel eu notei que tirei essa foto praticamente igual a uma foto que ela também fez lá, olha que coisa bizarra! hahah)




O que eu experimentei por lá:
Esse bolo red velvet. Cês num tem ideia do que é esse bolo. Vai aí a descrição pra vocês sofrerem comigo (vocês, de vontade; eu, de saudades): massa leve vermelha, recheada e coberta com creme especial de cream cheese e limão siciliano.
Muffin salgado de gorgonzola e gergelim, que vem quentinho e com uma manteiguinha pra você passar e nossa, que coisa boa.
O chá que eu pedi foi o Gina Amaretta e recomendo demais, muito delícia: Chás pretos da índia com pedaços de amêndoas e aroma natural.  Amaretto  é  o  diminutivo  de  amaro   “amargo”  em   italiano “portanto   um   pouquinho   amargo”   referindo-se  a  “mandorla amara”. 

No dia também tinham dois chás que eram novidade, e a moça nos deu um pouco pra experimentar naquele copinho verde lindico que tem foto ali em cima, mas não lembro o nome do chá e nem o sabor :( Fuén, desculpa aí.





A única coisa que me frustrou foi que minhas fotos ficaram horríveis haha Eu não sei o que aconteceu, juro, achei que tava tudo bom mas foi um sufoco selecionar elas pro post, todas feias. Mas vai lá no post no Serendipity ver as fotos dela que tão maravilhosas, de verdade. E, se você for de Curitiba, vai conhecer ao vivo! É muito gostoso e vale a pena mesmo que você não goste de chá (não te entendo, mas ok HAHA brincadeira.)

Fica na Alameda Prudente de Morais, 836 - Mercês. Obrigada tia Zezinha por ter me explicado como chegar lá <3



E pra quem ainda não viu, eu e a Mel gravamos um vídeo exatamente sobre: Chás! Tá lá no canal dela e ficou muito engraçado :P hahaha

Vocês curtem chás também? Me conta qual seu favorito!
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